CDs em MP3
Na semana retrasada, se não me engano, participei do chat com o Ritchie no UOL sob o pseudônimo (para os que acham que Ulisses Guimarães nasceu na época do Império: nick) “MP3”, para poder encher o saco do cara sobre o Beatnik, o que rendeu as velhas merdas de sempre: ‘eu sou a favor do MP3’, ‘não sou dono das músicas que eu gravei (isso a gente já sabia)’, ‘a-internet-é-o-lugar-certo-para-se-atingir-novos-públicos’ (...)
(adendo)Eu ia escrever um artigo sobre MP3, até que me ocorreu que fazer caridade com o acervo dos outros é refresco, aí perdi a motivação. Se o Ritchie não tem o que era dele, o Capital Inicial também não. Ali em cima, no lugar de ‘não sou dono das músicas que eu gravei’ eu tinha escrito ‘não sou dono do meu acervo’. Bom, o acervo não é dele, é da gravadora. Antes de discutir sobre colocar ou não freebies na internet, o Ritchie teria que discutir seu contrato assinado com o selo. Se ele é justo ou não é outra história.

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